19.8.12

Os Cinemas de São Paulo IV – Av. Liberdade, Vergueiro, Jabaquara e Região


Continuando o roteiro dos cinemas, vou agora no caminho de casa. Fiz este percurso a pé muitas vezes com amigos, conversando e parando nos vários locais, durante o dia ou à noite.

Cine Tokio – Rua São Joaquim 129 – Passava filmes japoneses da Nikkatsu. Vi muitos filmes por lá. Encontra-se fechado.

Cine Nippon – Rua Santa Luzia 74 – Passava filmes da Shochiku. Encontra-se fechado.

Cine Niteroi – Av. Liberdade 631 – Passava filmes da Toei. Se não me falha a memória foi lá que vi “Godzilla” em preto e branco, aliás a grande maioria dos filmes eram em preto e branco. Foi o primeiro cinema a passar exclusivamente filmes japoneses. Fechou em 1988.
Havia um cinema que ficava na Vergueiro em frente a onde está hoje o Hospital Municipal, eu passava por lá a pé ou de bonde mas não havia letreiro e aparentava estar fechado há muito tempo, nunca consegui saber o seu nome e quando fechou, quem souber agradeço muito a informação.

Cine Leblon – Rua Vergueiro 934 – Fui muito neste cinema, mas não me recordo dos filmes que lá vi. Fechou com as obras do metrô sendo o prédio demolido.

O “Kings”, restaurante da Rua Domingos de Moraes nº 336 sempre serviu  uma comida de excelente qualidade e variedade. Sempre que estou por ali na hora do almoço, passo por lá. Quando eu dava aulas na ABER do Largo Ana Rosa, comecei a frequentar este restaurante e isto já fazem 25 anos.

Cine Capri – Rua Domingos de Moraes 348 – Ficava numa galeria que está lá até hoje, mas o cinema não. Abriu como Cine Bruni, mudando o nome logo depois. Hoje é sede de uma seita evangélica.

Cine Cruzeiro – Rua Domingos de Moraes 486 – Tinha 2196 lugares. Fui lá muitas vezes, ficava no meio do largo Ana Rosa, vi lá os dois primeiros filmes do Zé do Caixão: “A Meia Noite Levarei tua Alma” e “A Meia Noite Encarnarei no Teu Cadáver”, ambos em preto e branco, mas este último tinha algumas cenas coloridas. No local há hoje uma loja Pão de Açúcar.





Isto já é mais recente, final dos anos 90 mais ou menos, mas merece ser lembrado. Havia um restaurante chamado “Boulevard Ana Rosa” na Rua Vergueiro, nº  2279 que fazia parte de uma rede com várias casas espalhadas pela cidade, no final dos anos 90 todas, menos essa já haviam fechado. Era um salão muito grande, e serviam almoço na modalidade por quilo. A comida era simples, básica e barata, então estava sempre cheio. Aos domingos havia uma comida um pouco mais caprichada e haviam muitos casais de idosos que lá almoçavam para não ter que fazer comida em casa. Era bonito de se ver, reuniam-se ali os moradores mais antigos do bairro. Fechou por volta de 2004, no local ficou por alguns anos uma agência do Banco Itaú que foi demolida e está sendo construído lá um edifício de escritórios.

Cine San Remo – Rua Domingos de Moraes 770 – Ficava onde está hoje uma agência do Bradesco. Deve ter fechado no início da década de 60, só me lembro de passar por lá de bonde.

Cine Fenix – Rua Domingos de Moraes 898 – Neste eu vi “A Volta ao Mundo em 80 dias” e fui muitas outras vezes. Ficava onde há hoje uma Agência do Banco do Brasil que antes era Nossa Caixa.

Na esquina ao lado do Cine Fenix do mesmo lado da rua onde há hoje um  prédio com uma galeria interna, havia na década de 50 uma grande mercearia. Um dia lembro-me como se fosse hoje, passei lá de bonde, eu era criança e vi que havia sido destruída por um incêndio, as latas de mantimentos estavam empilhadas no meio da rua e o bonde passava muito devagar por vários dias.

Loja A Sensação – Rua Domingos de Moraes 1062 – Era uma loja de departamentos, que nos jornais de domingo publicava um anúncio de página inteira anunciando o “Artigo do Dia” dos dias da semana subsequentes, era um artigo para cada dia da semana que era vendido a um preço muito baixo e atraia muita gente, se alguém chegasse depois do meio dia provavelmente já não encontrava a oferta. Ficava onde está hoje o 11º Tabelionato.



Estação dos Bondes da Vila Mariana – Situava-se onde há hoje um terreno com tapumes do metrô. Era uma grande garagem e oficina dos bondes que circulavam na região. No mesmo local no final do Séc. XIX e início do Séc. XX ficava a “Estação Villa Marianna” do tranway que ligava a Liberdade a Santo Amaro e deixou de circular com a implantação dos bondes elétricos pela Light no início do Sec. XX.





Foi demolida em 2005 a residência do Sr. Carlos Petit, que dá nome a uma rua próxima e foi vereador e grande empresário contribuindo para o desenvolvimento da região. Ficava na Rua Vergueiro e abrigava o “Restaurante Livorno” e depois lamentavelmente um comitê político.



Padaria ABC – Ficava no nº 1231 da Rua Domingos de Moraes, lembro-me que faziam um biscoito de polvilho muito gostoso. No local há hoje um restaurante.

Doceira Gerbeaux – Ficava no nº 1254 da Rua Domingos de Moraes e era especializada em doces gelados. No local há hoje uma loja de variedades.

Cine Soberano – Rua Vergueiro 6487 – Esquina com a Gentil de Moura. Lembro-me de ir até lá por acaso, mas não entrei, ficava um pouco longe do meu roteiro.

Cine Lins – Av. Lins de Vasconcelos 2375 – Fui uma única vez lá, mas não me recordo do filme que assisti. No local posteriormente passou a se localizar uma seita evangélica onde o teto desabou, matou e feriu alguns seguidores da mesma.

Cine Riviera – Av. Lins de Vasconcelos 1108 – Passei em frente diversas vezes, mas não entrei por ficar um pouco fora da rota.

Cine Sabará – Rua Domingos de Moraes 1199 – Eram 1840 lugares na plateia quase plana. Se alguém mais alto se sentasse na sua frente, você perdia a visão da tela. Lembro-me de assistir lá algumas sessões do Festival Tom & Jerry quando era criança. Ficava ao lado de uma casa estilo bávaro, muito bonita, totalmente avarandada que sediava o Centro de Saúde da Vila Mariana e que teve que dar lugar ao Supermercado Pastorinho, juntamente com o Cine Sabará.

Colégio Arquidiocesano – Estudei lá por um ano, escola de disciplina rígida ditada pelos Irmãos Maristas. Haviam vários campos de futebol no terreno, depois com as sucessivas reformas e ampliações  foram extintos ficando só o ginásio coberto. Aos domingos era obrigatória a missa na capela do colégio, ia-se em jejum para confessar os pecados e receber a comunhão. Depois ia-se ao refeitório onde era servido um café com leite numa xicara gigantesca e um pãozinho com manteiga também gigantesco que era feito lá mesmo. No final do ano minha mãe foi chamada e lhe informaram que eu não me havia adaptado à disciplina da escola e que embora eu tivesse passado de ano, ela teria que procurar outra escola para mim. Talvez tenha sido porque eu entrava nos compartimentos de chuveiros individuais nos vestiários, fechava todos eles por dentro saindo pela abertura inferior da porta, um dia dei de cara com os sapatos de um padre, aliás, lembro-me até hoje: sapatos pretos e meias vermelhas, que me levou para a sala de aula e me obrigou a escrever 500 vezes a frase: “Não devo trancar os banheiros por dentro”, mas valeu, nunca mais tranquei nenhum banheiro por dentro! A escola era tão boa que a matéria que aprendi lá naquele ano, vim a rever só dois anos depois em outra escola. Continua sendo uma das melhores escolas da região e me orgulho muito de lá ter estudado. Mas eu era mesmo um garoto muito traquinas, como se dizia na época.



Por volta de 1971 se iniciavam as obras do metrô, uma boa parte dos cinemas fecharam naquela época, juntamente com lojas comerciais porque o transito da Rua Domingos de Moraes e Av. Jabaquara foi desviado para ruas laterais e na avenida só o que havia eram grandes tapumes e passagem estreita para pedestres nas calçadas.

Teto da Estação Santa Cruz sendo construído

Cine Jamor – Rua Domingos de Moraes 2833 – Foi inaugurado já na década de 70, lembro-me de frequenta-lo diversas vezes, muito confortável e cheirando a novo. Não me recordo dos filmes que vi lá. Depois de ter sediado uma seita evangélica, o prédio hoje está vazio.



Padaria Benfica – Ficava na esquina da Rua Domingos de Moraes com a Rua Luiz Gois do lado oposto onde está até hoje a “Padaria Amarante”, que está ali também desde o final dos anos 40. As duas rivalizavam com seus pães. Na Padaria Benfica havia um biscoito de polvilho muito bom e você escolhia um pão de forma ou qualquer outro pão e eles passavam numa máquina que em um minuto fatiava o pão e você levava para casa o pão escolhido já fatiado. O ponto foi comprado do português proprietário pelo Banco Português do Brasil que instalou lá uma agência. Posteriormente os portugueses do banco o venderam ao Banco Itaú que ficou lá até a década de 90 quando se mudou para o prédio próprio na Rua Luiz Gois. Posteriormente o local foi ocupado por uma lanchonete de kibe e esfiha e em seguida por um supermercado onde haviam muito poucos itens. Hoje o prédio está vazio. Chega-se à conclusão que o último estabelecimento comercial de sucesso que aportou neste ponto foi a Padaria Benfica.

O Braseiro - Salvador o Rei do Tempero - Rua Luis Goes 843 - Serve-se ali o melhor galeto na brasa de São Paulo. Restaurante simples e preço honesto razão de sobra para estar ali há mais de 40 anos. Fins de semana há filas no almoço. Fecha às 23:00 horas.

Orient House - Rua Luis Goes 815 - Comida chinesa e japonesa honesta, porções fartas, ar condicionado. Em nenhum lugar do mundo talvez você não encontre cozinha japonesa e chinesa no mesmo local!
Cine Nilo – Av. Jabaquara 123 – Parecia pequeno mas comportava 1133 lugares, era bastante inclinado, tanto a plateia como a parte superior. O prédio foi ocupado durante um tempo pela mesma seita que ocupava o Cine Lins, depois de um tempo fechado, hoje sedia outra seita evangélica



No nº 442 há uma agência da “Caixa Econômica Federal” que iniciou atividades no bairro no início dos anos 50 no nº 650 da Av. Jabaquara, onde é hoje uma loja das “Casas Pernambucanas” que nessa época situava-se na Av. Bosque da Saúde. A Caixa antes de se instalar no local que está hoje ocupou o nº 282 da mesma avenida, onde é hoje o estacionamento da loja “Tateno”. Note-se que quando a Caixa se instalou no bairro não haviam outros bancos, aliás não era usual os bancos manterem agências nos bairros como é hoje. Os serviços eram concentrados no centro da cidade. Então a Caixa foi pioneira nessa modalidade de atendimento. A minha primeira conta lá, meu pai abriu quando eu tinha 10 anos de idade, em 1956 e continuo cliente até os dias atuais.

Túnel entre Estação Saúde e Praça da Árvore em 1973 


Praça da Árvore em 1970

Praça da Árvore em 1974


Osnir Hamburguer – Av. Jabaquara 538 – Na época era apenas uma portinha nesse endereço com um balcão onde eram servidos lanches, onde o mais pedido era o hambúrguer que era de certa forma uma novidade na época. Lanchei por lá muitas vezes quando brigava com minha mãe e ela não me deixava comer em casa. Hoje esta lanchonete ocupa a esquina inteira com uma bonita instalação e uma comida de primeira qualidade e variedade.

Cine Estrela – Av. Bosque da Saúde 184 – Este talvez foi o cinema que mais frequentei, por estar muito próximo de minha casa. Tinha uma plateia com 1760 lugares. A parte de baixo era plana como o Cine Sabará, mas a parte de cima era bem inclinada. Era comum jogarem rapé da parte de cima para a plateia e era aquele festival de espirros. No carnaval, tiravam as cadeiras e faziam bailes bastante concorridos. Depois de uns anos como bingo, hoje está fechado.

Da Praça da Árvore partia um bonde aberto com duas frentes que ia até o Bosque da Saúde, ia por linha singela e havia um desvio na Av. Bosque em frente a um grande depósito de bebidas, onde os bondes se encontravam e nesse local havia também uma loja do SESI onde meu pai fazia as compras mensais por ser mais barato, lembro-me de ajudar a carregar as compras carregando um bacalhau do meu tamanho, que naquela época não tinha os preços salgados de hoje. No ponto final lá no Bosque da Saúde o motorneiro  virava os bancos, virava a alavanca e voltava com a outra frente porque no local os trilhos terminavam simplesmente. Posteriormente quando os bondes abertos foram substituídos pelos fechados camarões, foram colocados trilhos que permitiam uma manobra em T, porque este só tinha uma frente. A foto é de 1969, antes do metrô, ali na Praça da Árvore fazia ponto final, no local onde está o ônibus da UTIL, o bonde 23, que saía da Praça João Mendes, em frente à “Padaria Sta Tereza”, o abrigo ainda lá se encontra com uma floricultura e uma banca de jornal.




Na Praça da Árvore nº 23 está há 64 anos a “Pastelaria Shangai”. Sempre com os mesmos proprietários, um simpático casal. Eu tinha 6 anos de idade e minha mãe me levava lá para comer o pastel de queijo. Minha referência de pastel de queijo até hoje é o desta pastelaria, sempre que posso passo por lá. Naquela época pastel você só encontrava em pastelarias, não haviam os pasteis de feira. Os primeiros pasteleiros que se aventuravam nas feiras tinham a mercadoria apreendida e alguns chegaram até a ser presos. Com o tempo, nossa operosa Prefeitura Municipal acabou autorizando essa atividade.

O “Bazar Odete” está na Av. Jabaquara nº 771, esquina com a Praça da Árvore há 65 anos. Minha mãe adquiria lá botões e aviamentos, hoje vendem também roupas prontas e nós da Entrelivros várias vezes fomos salvos de ir até a 25 de Março adquirindo lá alguns metros de fitas ou tecido no sufoco do prazo de entrega de algum trabalho.

Na Av. Bosque da Saúde 73, esquina com a Pça da Árvore, localiza-se há 80 anos a “Casa Zilá”, vendendo churrasqueiras, utilidades domésticas, ferragens, tintas e parafusos. É difícil procurar algo, ir lá e não encontrar.

No nº 780 da Av. Jabaquara, localizava-se a “Casa Rigor” com completo sortimento de ferragens, parafusos e ferramentas. Tinha uma instalação muito antiga, os funcionários eram todos muito idosos. Fechou nos anos 70. Por volta do ano 2002 surgiu na Rua das Rosas uma Casa Rigor, cujo proprietário apenas utilizava o nome, nada tinha a ver com a antiga. Fechou com pouco mais de dois anos de atividades.

Na Av. Jabaquara nº 712, esquina com a Rua Guaraú, encontra-se desde 1939 a “Panificadora Pão Caseiro”, servindo uma grande variedade de pães, lanches e refeições. Até meados da década de 60 o pãozinho que conhecemos hoje só era vendido por encomenda e não como é hoje. Havia o filão de pão, a bengala, mais fina e comprida e havia também o pão suíço que era borrachudo não crocante. Ocorre que naquela época saiu uma lei que dava a opção ao consumidor de comprar o pão por peso, veja bem: a lei dava “mais uma opção” e não obrigava a padaria a vender o pão só por peso como é hoje. Dois filões ou duas bengalas pesavam aproximadamente 950 gr. Então as padarias passaram a fazer o pãozinho para completar o peso de quem optava por adquirir pães por peso e ficando à vista no balcão o consumidor passou a pedir só o pãozinho que formou novo habito de consumo. A Panificadora Pão Caseiro funciona 24 horas e é uma ótima opção na madrugada.

A “Drogasil” na Av. Jabaquara nº 586/592   está lá desde o final da década de 40, lembro-me de ir lá com meu pai. Tinham uma linha de produtos próprios com um produto chamado “Astringosol” que provavelmente foi o primeiro enxaguante bucal. Há pouco tempo ao experimentar um creme dental da marca Close-Up minha memória foi avivada: O sabor é exatamente igual ao Astringosol!  Nos anos 70 passou a ter também uma loja na Praça da Árvore que encerrou atividades nos anos 90.

Cine Arca – Av. Fagundes Filho 634 – Este cinema só passei na porta algumas vezes. Fechou há muito tempo.

Deixo de citar aqui a “Igreja de São Judas” e o “Colégio Jabaquara” pelo motivo de ambos terem sido lembrados numa postagem anterior recente: “Meus Tempos de Ginásio”.

Cine Maringá – Av. Conceição 1098 – Era o último cinema, daí pra diante só em Diadema e São Bernardo do Campo. No carnaval, a exemplo do Cine Estrela, retiravam-se as cadeiras e eram promovidos bailes bastante concorridos. O ônibus que se vê na foto cumpre a linha 12 – Jabaquara, da CMTC e era na época a única condução que ligava o local ao centro da cidade.


Revisado em 02-01-2013

Fotos com ônibus pertencentes a: http://www.toffobus.com.br

Em breve, a Parte V – Brás e Região

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14 Comments:

At 1:59 PM, Anonymous Anônimo said...

É só isso que você fez na vida? Se até 1970 só fez isso, de lá para cá deve ter se viciado em drogas, frequentado casas de prostituição, homossexualismo, pode até ter praticado alguns assaltos. Se liga cara, você é um cara vazio, inútil, irresponsável e mau caráter. Tenha vergonha na cara e delete esse lixo que você colocou aqui

 
At 7:32 PM, Anonymous Anônimo said...

ah cala a boca se vc nao tem o q falar nao fala merda

vai se fuder vc ai em cima q fez esse lixo de comentario

 
At 12:49 PM, Anonymous Anônimo said...

Corruptos e religiosos insanos estão em toda parte, apagar a memória do povo é a intenção desses imbecis, assim fica mais fácil manipular a opinião de uma legião de gente desprevenida e burra!

 
At 7:33 PM, Blogger Eduardo Pereira Neto said...

Poxa fiquei feliz,revivi o lugar onde nasci e morei até 1985,eu morava na Miguel Estefano,579,esquina com rua Carneiro da Cunha,nesta esquina nasceu meu avô em 1904,(os pais deles já moravam ali desde de 1889)ali nasceu tb. meu pai 1948 e eu ,1969.Moro hoje em Santos.Mas me lembrei de alguma coisa que talvez vc se lembre;A Farmacia do seu Benedito,(Farmacia Prado),Jabaquara quase esquina com Miguel Estefano,ao lado do colegio STa Amalia,meu avô foi sub delegado da 16ºdelegacia que no tempo do meu pai era no fim da Miguel Estefano chegando na Jabaquara.Onde vc morava?Abraços!

 
At 5:41 PM, Anonymous Anônimo said...

Ler essas histórias me ativaram a memória....lembro-me de tudo que vc mencionou e ainda posso incluir a Casa Cereja, onde compreimuitos livros de escola, a livraria Tupinambá, mais próximo da Saúde, e outros locais que já não existem mais....

 
At 6:38 PM, Anonymous Anônimo said...

fiquei feliz de ver as fotos os lugares que passei voce esqueceu da primeira sessão cine estrela do estrela futebol.

 
At 5:52 PM, Anonymous Anônimo said...

Boa tarde.

Bem legal essas fotos, relembrar ao passado sempre nos traz aquela sensação gostosa de que algum dia o mundo foi um lugar realmente bom rs...
Só achei desnecessário você se referir a igrejas como "Seita" não faço apologia a nenhuma religião, mas acho que devemos respeitar a escolha das pessoas...enfim...é minha opinião.

 
At 9:56 PM, Blogger ricardo ferreira said...

Cara parabéns pelo acervo
cultivar as coisas antigas é preservar a memó

ria
graças a pessoas como vc, consegui voltar ao passado.
Nasci e me criei neste bairro, lá na rua traituba esquina c/ bertioga

 
At 1:14 AM, Blogger Gabriel Moreira said...

Muito legal! moro aqui e não sabia de nada disso :)

 
At 4:21 PM, Blogger Edmundo de lima said...

TENHO 58 ANOS NOS QUAIS VIVI MINHA ADOLESCENCIA E JUVENTUDE NESSA REGIÃO MUITO LEGAL

 
At 10:26 PM, Blogger Alan said...

Olá, vc descobriu o nome do cinema que ficava em frente o Hospital Municipal???? Tem certeza que era ali???? Ali era uma quadra da Pró Sport e antes disso era um Parque de Diversoes, além de ser na parte de baixo da Vergueiro... será que não era antes da descidinha (Rua Santana do Paraíba)?????? Fiquei muito curioso...

 
At 10:31 AM, Anonymous Anônimo said...

Kkkkkk meu deus, que cara mais aleatório

 
At 7:03 PM, Anonymous Ronaldo Rondon said...

Muito bom! Me senti na máquina do tempo.E o que nos levava para todos esse cinemas eram os bondes da CMTC.
Cacildis...estou ficando velho.

 
At 9:28 AM, Anonymous Anônimo said...

Muito legal tudo isso, tbm vivi muito desses lugares na minha infancia

 

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